O futuro político de Marine Le Pen será decidido a partir de terça-feira, 13 de janeiro: o ex-presidente do Comício Nacional (RN), condenado em 31 de março de 2025 a quatro anos de prisão, dois dos quais serão fechados mas sob pulseira eletrónica, e a cinco anos de inelegibilidade com execução provisória – ou seja, imediata –, será julgado em recurso até 12 de fevereiro em Paris por desvio de fundos públicos no caso dos assistentes parlamentares europeus da Frente Nacional. A decisão não é esperada antes do verão. De momento, a deputada de Pas-de-Calais perdeu o direito de voto e já não é elegível, mas a jurisprudência do Conselho Constitucional permite-lhe completar o seu mandato.
Em caso de nova condenação – e a hipótese não é improvável – Marine Le Pen arrisca dez anos de prisão e dificilmente poderá concorrer às eleições presidenciais de 2027. Caso a sua inelegibilidade fosse confirmada, a deputada indicou no início de novembro de 2025 que não concorreria “obviamente não”sem esperar por uma decisão do Tribunal de Cassação. Por outro lado, ela repetiu que ele estava “certo e certo” que ela concorreria novamente à presidência da República “se ela pudesse ser candidata” e confiou em manter um “pequena esperança”.
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