CNão é o mais forte, nem o maior, nem o mais fácil de encontrar. Também não o encontramos em cada curva dos 130 quilómetros da Rota da Mimosa, mas oAcácia baileyana purpurea tem uma coisa que as outras cerca de 1.300 variedades de mimosas não têm. Fica roxo.

Isso é intrigante para uma planta procurada por suas bolas amarelas. Porque são antes de mais nada os seus jovens rebentos roxos que atraem o olhar, muito antes de florescer. E quando isso acontece, o contraste torna-se espetacular.

“Amarelo e roxo são cores complementares”, lembra Julien Cavatore, viveirista e colecionador de mimosas em Bormes-les-Mimosas (Var), confidenciando que o arbusto, nativo da Austrália como quase todas as mimosas cultivadas hoje, é conhecido lá pelo nome de acácia Cootamundra, sem a menção “purpuréia”, e que oferece apenas folhagem prateada, elegante mas mais clássica.

Ponto de ancoragem visual

É esta selecção roxa que faz toda a diferença e torna-a quase mais apreciada pela sua folhagem do que pelas suas flores ensolaradas. Porque o seu passado florescente, Acácia baileyana purpurea não reembala sua plumagem. Suas folhas ficam prateadas e os frutos continuam a ficar roxos. Uma verdadeira folhagem de luxo que prolonga o interesse da pequena árvore para além da primavera e não a restringe aos espaços verdes.

Isolado do jardim, funciona como âncora visual. “Roxo dá profundidade, explica Julien Cavatore. Como tela de privacidade, ao lado do eucalipto ou da buddleia com flores roxas, é igualmente atraente pela sua folhagem densa e perene. » Mas bonito demais para durar, “Eu’Acácia baileyana purpurea não é uma daquelas árvores que plantamos para nascer ou para registrar uma longa história, mas pela sua cor e prazer”, confidencia o viveirista.

Sua vida útil é limitada a cerca de vinte anos, vinte e cinco no máximo, e suas raízes superficiais o tornam sensível aos ventos. Nos notáveis ​​jardins de Kerdalo, em Trédarzec (Côtes-d’Armor), existia um, imponente e magnífico. Uma rajada de vento levou-o embora no final do ano. Seus ramos foram incluídos nos buquês da florista da aldeia, filha do homem que os plantou.

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Nome acadêmico “Acácia baileyana purpurea”.

Área preferida Exposições que proporcionem pelo menos quatro horas de luz solar por dia. Os potes também combinam com ele, mas ele ficará menos exuberante ali.

Florescer Janeiro e fevereiro.

Entrevista Regue abundantemente durante o plantio e nunca mais. Depois podar após a floração. Não fertilize.

Amor Terreno pedregoso.

Não gosto Cochonilhas e umidade. Frio extremo e, mais geralmente, temperaturas abaixo de -8°C.

Fonte

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