O presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping, deixam o Aeroporto Internacional de Gimhae à margem da cúpula de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico em Busan, Coreia do Sul, em 30 de outubro de 2025.

EMais um momento, Sr. Carrasco. A trégua concluída entre os chefes de Estado Donald Trump e Xi Jinping põe fim, no curto prazo, ao racionamento de chips holandeses que ameaçava paralisar as fábricas automóveis na Europa. É um alívio. Contudo, não há nada de satisfatório no facto de o destino da indústria europeia depender do impasse sino-americano.

A Casa Branca confirmou, sábado, 1er Novembro, que a China levantaria as restrições às exportações de semicondutores das fábricas chinesas da Nexperia. O fabricante holandês, propriedade do grupo chinês Wingtech, tem estado no centro da briga desde que o governo de Haia recuperou o controlo no final de setembro.

Uma decisão contra a qual a China protestou bloqueando os embarques de chips Nexperia de solo chinês: 70% dos microprocessadores produzidos pelos holandeses transitam para lá. Este congelamento levou a Bosch, a Volvo Cars e outros Volkswagen a alertar para o risco de escassez que afecta estes componentes electrónicos essenciais à sua produção.

Solidariedade americana com seus aliados

Você ainda tem 55,64% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *