EMais um momento, Sr. Carrasco. A trégua concluída entre os chefes de Estado Donald Trump e Xi Jinping põe fim, no curto prazo, ao racionamento de chips holandeses que ameaçava paralisar as fábricas automóveis na Europa. É um alívio. Contudo, não há nada de satisfatório no facto de o destino da indústria europeia depender do impasse sino-americano.
A Casa Branca confirmou, sábado, 1er Novembro, que a China levantaria as restrições às exportações de semicondutores das fábricas chinesas da Nexperia. O fabricante holandês, propriedade do grupo chinês Wingtech, tem estado no centro da briga desde que o governo de Haia recuperou o controlo no final de setembro.
Uma decisão contra a qual a China protestou bloqueando os embarques de chips Nexperia de solo chinês: 70% dos microprocessadores produzidos pelos holandeses transitam para lá. Este congelamento levou a Bosch, a Volvo Cars e outros Volkswagen a alertar para o risco de escassez que afecta estes componentes electrónicos essenciais à sua produção.
Solidariedade americana com seus aliados
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