Este artigo vem da revista Les Dossiers de Sciences et Avenir n°224 de janeiro/março de 2026.

É toda uma parte da história da Etiópia que há muito permanece nas sombras: a da chamada cultura Shay, que leva o nome de um rio que atravessa as terras altas centrais do país. Dada a dimensão e riqueza dos cemitérios, trata-se de uma população poderosa. E redescoberto há vinte e cinco anos, quando foi relatado a Bertrand Poissonnier, um arqueólogo francês em missão na Etiópia, que uma freira teve visões que a incitavam a explorar o “montanha do diabo”teria pesquisado um site, ajudado pelos moradores, e teria se deparado com… “tesouros “.

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