Victor Wembanyama, do San Antonio Spurs, bloqueia um chute do pivô Alexandre Sarr, do Washington Wizards, em San Antonio (Texas), 18 de dezembro de 2025.

No início da temporada da NBA, principal liga norte-americana de basquete, quando Victor Wembanyama e Guerschon Yabusele imaginavam os duelos entre suas franquias San Antonio Spurs e New York Knicks, os dois líderes da seleção francesa de basquete estavam longe de suspeitar que não se cruzariam no chão. Enquanto o primeiro se afirma, jogo após jogo, como a megaestrela da liga, o segundo, fora dos planos do seu treinador, Mike Brown, já não sai – ou quase – da margem. E o encontro entre as duas equipes, quarta-feira, 31 de dezembro (na noite de quarta para quinta, à 1h em Paris), na arena dos Texans, não deve ser exceção.

Tal como os dois protagonistas dos Blues, os franceses contratados pela NBA – 19 no total, um recorde – estão a viver situações diferentes. Victor Wembanyama, que completa 22 anos no dia 4 de janeiro, continua fiel a si mesmo: impressionante quando joga, preocupante quando se machuca. Depois de uma trombose venosa no ombro que o forçou a interromper a temporada anterior, o pivô do Spurs ganhou o primeiro título de “jogador da semana” deste ano financeiro de 2025-2026 em outubro, e deixou os rastreadores de estatísticas em pânico. Mas uma distensão na panturrilha em meados de novembro o fez perder 12 jogos.

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