Desde o seu início, há 23 anos, Kaamelott tem sido uma saga familiar. Com Kaamelott – Segunda Parte [partie 1]Alexandre Astier não foge à regra já que 4 de seus filhos aparecem no casting.

Antes de ser uma saga de grande sucesso, Kaamelott é acima de tudo uma aventura familiar.

Criada por Alexandre Astier, a épica começou em 2002 com o curta-metragem Dies Iræ, que daria origem à série cult. O diretor já incluiu vários membros de sua família: seu pai Lionnel Astier, seu meio-irmão Simon, além de suas filhas Jeanne e Ariane, então com 3 e 2 anos, que fazem uma breve aparição.

Desde então, Alexandre Astier continuou a divertir as pessoas próximas a ele. Em Kaamelott – Segunda Parte [partie 1]seu pai e sua mãe, Joëlle Sevilla, obviamente estão de volta, mas o cineasta também dirige novamente suas filhas Jeanne e Ariane, além de dois de seus filhos, Ethan e James.

SND

Nesta nova aventura, Jeanne e Ariane repetem seus papéis como Mehgan e Mehben, filhas de Karadoc, e partem em busca do último dragão nas terras congeladas da Islândia, ao lado de Thomas Neyret e Hugo Leman.

Ethan e James, por sua vez, interpretam Lucan, o cavaleiro Cuttlefish, e Trevor, dois irmãos cavaleiros inimigos. Já vistos na primeira parte, desta vez ganham importância.

Eles não estão necessariamente sempre quentes.

Durante o dia de divulgação do filme, perguntamos a Alexandre Astier se foi ele quem sugeriu que seus filhos participassem de seus projetos ou se o desejo partiu deles. O cineasta então nos contou que seus filhos não se sentiam muito confortáveis ​​com a fama.

“Sou eu quem sugiro isso a eles. Eles não são necessariamente sempre gostosos, não são crianças muito confortáveis ​​com a notoriedade dos pais. Eles não gostam disso. Eles não gostam disso.”

Mas eles não vêm lá para serem estrelas, eles vêm para trabalhar. E por outro lado, quero que isso faça parte de uma herança familiar. Mas por mais que os filhos da Anne (Guinevere), por exemplo, quisessem aparecer, eu disse-lhes “não tem problema, venham trabalhar”

É aberto às crianças da minha casa, para que vejam o que é, para que percebam como é somar todas estas profissões que, no entanto, são brilhantes. E eu não queria que eles perdessem isso. Não foram eles que perguntaram, mas quero que entendam.

Não é uma questão de mérito. Não falamos de mérito, falamos de profissão, de artesanato, de um ofício do qual eles podem participar porque são filhos de um homem que o pratica, só isso. Da mesma forma que um filho de padeiro terá mais afinidade com esta profissão.”

Uma resposta fiel ao espírito de‘Alexandre Astier, que vê em Kaamelott não apenas uma obra coletiva, mas também uma herança a ser transmitida. Mais do que uma saga, Kaamelott é uma história de família, tanto na frente quanto atrás das câmeras.

Kaamelott – Segunda Parte [partie 1] pode ser descoberto nos cinemas.

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