
Em entrevista à revista Maria FrançaJulie Depardieu confidenciou suas alegrias e medos. A atriz falou principalmente sobre seu relacionamento com Philippe Katerine, pai de seus dois filhos com quem compartilha sua vida há mais de 15 anos.
Amar a si mesmo nunca é um dado adquirido. Muitas pessoas demoram para se aceitar e se libertar de seus complexos. Na edição que está nas bancas da Maria FrançaJulie Depardieu confia na relação por vezes difícil que teve consigo mesma, mas também nas suas alegrias e medos. Ao longo da entrevista, ela fala francamente sobre o homem que compartilha sua vida há quinze anos: Philippe Katerine. A atriz fala com ternura do pai dos seus filhos, a quem ama desde o primeiro dia e de quem “não se canse.”
“Tenho sorte de ser amado por alguém extraordinário de quem nunca me cansos”: Julie Depardieu faz ternas confidências sobre Philippe Katerine, o pai de seus filhos
Nascer em uma grande família do cinema nem sempre é fácil. Não é fácil encontrar o seu lugar quando se é filha de Gérard Depardieu e Élisabeth Depardieu, como Julie Depardieu confidencia à revista Maria França em sua última edição. Graças ao trabalho pessoal e movida pelo amor do pai dos filhos, sua visão de si mesma evoluiu. “Antes queria agradar a todos. Hoje me considero sortudo por ser amado por alguém extraordinário de quem não me canso”explica a atriz. Desde o encontro deles no set do filme Eu sou uma terra de ninguémdirigido por Thierry Jousse, Julie Depardieu e Philippe Katerine são inseparáveis. “Ele é um exemplar elaborado, não neurótico, um homem evoluído, criativo, que avança mais rápido que eu. Com todos os meus defeitos, meus demônios, estou muito feliz que o pássaro não tenha voado!”, ela acrescenta com humor. Dessa linda história de amor nasceram dois filhos, Billy, de 14 anos, e Alfred, de 13 anos.
“Sempre tive muito medo de ter filhos” : Julie Depardieu fala com total transparência sobre a maternidade e seus dois filhos com Philippe Katerine
Para Julie Depardieu, o medo de ser mãe foi difícil de superar, como confidenciou à revista Maria França. “Sempre tive muito medo de ter filhos, de não estar à altura dessa responsabilidade. Digo aos meus filhos que eles vão poder me culpar por tudo no psiquiatra, como eu fiz… Mas digamos que consigo reconhecer os meus erros, as minhas fragilidades educativas e, sobretudo, rir deles. É preciso dizer que o pai deles é muito engraçado!”