Audrey Bissonnier Chazal, em Paris, em novembro de 2025.

RÁDIO ARTE – SOB DEMANDA – PODCAST

É a história de uma filha que se tornou mãe na idade em que a sua faleceu. Uma mãe que ela adorou odiar ou esquecer por muito tempo porque preferiu injeções de heroína desde muito cedo. É ao mesmo tempo uma investigação sobre esta mulher, sobre o que somos, as histórias que nos contamos, aquelas que queremos confrontar e aquelas que transmitimos – ou não. É também a história de uma época: a das viagens à Ásia (Duras não é tão longe) e do início do que foi chamado de anos da AIDS. Deve ser ouvido de uma só vez, de preferência com fones de ouvido, numa bela produção de Charlie Marcelet.

Episódio 1. Audrey Bissonnier Chazal conta. Na primeira pessoa: “Os meus pais morreram de SIDA no início da década de 1990. Ambos tinham 39 anos, primeiro o meu pai, depois a minha mãe, eu tinha 12 anos. » Para sobreviver, ela os transforma em heróis de uma fábula do rock’n’roll e ela também quer queimar a vida pelos dois lados. Mas agora, o nascimento do pequeno Mao, há quatro anos, leva-a a investigar a sua mãe. “para encontrar respostas para todas as perguntas que me perseguem e que minha filha inevitavelmente me fará”.

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