“Precisamos devolver credibilidade ao bacharelado”garante Edouard Geffray, Ministro da Educação Nacional, em entrevista ao parisiensepublicado quinta-feira, 4 de dezembro, diante das recorrentes críticas ao seu baixo valor e à supremacia, hoje, do Parcoursup. Esta ambição, demonstrada por muitos ministros antes dele, encontrará algumas traduções concretas para a sessão do bacharelado de 2026.
Na sequência do anunciado pela anterior inquilina da Rue de Grenelle, Elisabeth Borne, o ministro anunciou a publicação do decreto, no dia 5 de dezembro, destinado a regular a pontuação atribuída pelos júris. Os candidatos que obtiverem nota inferior a 8/20 nas provas escritas não poderão mais realizar repetições. Além disso, os pontos de bónus atribuídos pelos júris, além dos pontos de reposição, não podem aumentar a média geral em mais de meio ponto.
Edouard Geffray também deseja que “os professores que examinam os trabalhos têm instruções claras sobre os requisitos”ele explica. Para ele, “um exemplar que não esteja escrito de forma inteligível, ou seja, com um nível ortográfico, sintático e gramatical absolutamente deplorável, não pode ter nota média”. A ministra não menciona, no entanto, o projecto lançado por Elisabeth Borne em torno da avaliação contínua e da definição de notas que contam ou não para o bacharelado.
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