No stand da Brevo, durante a exposição Tech for Retail 2024, em Paris, 26 de novembro de 2024.

Completamente desconhecida do grande público, a Brevo acaba de entrar no círculo restrito de cerca de trinta empresas tecnológicas francesas designadas como “unicórnio”, ou seja, avaliadas em mais de mil milhões de euros. Anteriormente conhecida como Sendinblue, fundada em 2007, a empresa especializada na gestão digital do relacionamento com o cliente já não é o que se poderia chamar de uma start-up, mas demonstrou a capacidade da França para produzir campeões europeus, com ambição global.

Como prova, acaba de concluir com sucesso uma nova ronda de financiamento de 500 milhões de euros, liderada pelos fundos norte-americanos General Atlantic e pelos fundos britânicos Oakley Capital (que ficaram com 25% das ações da empresa, respetivamente). No final desta operação, Armand Thiberge, administrador fundador da empresa, e as suas equipas permanecem maioritários com 26% das ações, enquanto a Bpifrance e a Bridgepoint, que já eram acionistas, partilham os restantes 24%. A sua última grande arrecadação, em 2020, angariou 140 milhões de euros. O fundo Partech, que participou, retirou agora os seus fundos.

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