O técnico da seleção francesa de rugby, Fabien Galthié, após a partida do Torneio das Seis Nações contra a Escócia, em 15 de março de 2025, em Saint-Denis (Seine-Saint-Denis).

Fabien Galthié teve dificuldade em esconder a satisfação ao final do sorteio, quarta-feira, 3 de dezembro, dos grupos da Copa do Mundo de 2027, na Austrália. A sua equipa francesa de rugby não se oporá à África do Sul, “quem trabalha no rugby mundial”antes de uma possível semifinal da competição (de 1er outubro a 13 de novembro). Os Blues têm tudo para estar lá, porque o treinador francês dificilmente poderia ter sonhado com coisa melhor. No mínimo, eles não poderiam esperar um rumo mais claro na mata australiana.

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Com o Japão (12e no ranking mundial), os Estados Unidos (16ºe) e Samoa (19e) como adversários do grupo E, Antoine Dupont e seus companheiros herdaram um pool mais do que acessível. E três equipes de sucesso. “É perfeito para ganhar força”admitiu, sorrindo, Fabien Galthié em entrevista coletiva nas instalações da TF1, emissora oficial da Copa do Mundo australiana.

Os Blues facilitaram sua tarefa durante a turnê de outono. Não conseguindo mostrar um jogo impecável contra África do Sul (17-32), Fiji (34-21) e Austrália (48-33), Romain Ntamack e seus companheiros conseguiram garantir seu lugar no Top 6 do mundo. O estatuto de cabeça-de-série associado impediu-os de enfrentar os grandes nomes nas fases ovais da fase de grupos: África do Sul, Nova Zelândia, Inglaterra, Irlanda e – em menor grau – Argentina.

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