Papa Leão XIV celebra missa à beira-mar de Beirute, como parte de sua viagem apostólica ao Líbano, em 2 de dezembro de 2025.

Esperou até ao final da sua viagem que o levou, de 27 de Novembro a 2 de Dezembro, da Turquia ao Líbano, para pronunciar as palavras mais fortes da sua viagem. Depois de visitar um hospital psiquiátrico e celebrar uma missa diante de cerca de 150 mil pessoas na zona portuária de Beirute, o papa foi à cerimônia de despedida com as autoridades.

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Ali, numa referência direta à situação local, o pontífice encerrou a missa pedindo “Solicito à comunidade internacional que não poupe esforços para promover processos de diálogo e reconciliação”. E fiz uma ligação “pressionando” : “Que os ataques e as hostilidades parem. Que ninguém mais acredite que a luta armada traz qualquer benefício. As armas matam, enquanto a negociação, a mediação e o diálogo constroem. »

Esta referência à guerra entre o movimento xiita Hezbollah e Israel, objecto de um cessar-fogo concluído em Novembro de 2024, era aguardada com ansiedade pelos libaneses desde a chegada do Papa ao seu território. O frágil cessar-fogo é regularmente violado durante os ataques israelitas, especialmente no sul do país, que, num ano, deixaram mais de 110 mortos, incluindo civis e crianças. O último, em 23 de Novembro, teve como alvo um oficial militar do Hezbollah no sul de Beirute, poucos dias antes do início da visita do papa.

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