Surpresa! A Samsung apresentou ontem à noite aquele que será sem dúvida o seu último smartphone do ano, o Galaxy Z Trifold. Se esse nome te lembra alguma coisa, o que poderia ser mais normal: há meses circulam rumores sobre esse aparelho com duas dobradiças que revela uma tela digna de um grande tablet.

Samsung havia divulgado amplamente seu novo Trifold: o aparelho foi revelado durante um evento na Coreia do Sul no final de outubro. E os boatos então se encarregaram de preencher os buracos. O fabricante só teve que desembalar a mercadoria, o que foi feito durante a noite de segunda para terça.

A artilharia pesada das telas dobráveis

O Galaxy Z com três dobras avança ainda mais na ideia de smartphones dobráveis, uma categoria de produto que a Samsung iniciou há seis anos com o primeiro Galaxy Fold. Mas este novo modelo não dobra apenas uma vez, mas… duas vezes! Uma ginástica possibilitada por duas dobradiças redesenhadas, uma estrutura interna reforçada e uma pegada surpreendentemente pequena: no seu ponto mais fino, uma vez implantado, mede apenas 3,9 mm de espessura.

Ao abrir completamente, o TriFold revela uma tela principal de 10 polegadas (AMOLED, 120 Hz, até 1.600 nits), superfície quase inédita na categoria – a Huawei já esteve lá com o Mate XT. O smartphone foi pensado tanto para mergulhar no conteúdo quanto para trabalhar, e principalmente para isso de fato. A Samsung de facto apostou na produtividade, o que se explica não só pelo tamanho do ecrã, mas também, talvez, pelo preço que o fabricante não quis revelar… mas que imaginamos ser extremamente elevado: será portanto necessário justificar tal compra e amortizá-la.

Samsung Galaxy Z com três dobras 3
©Samsung

Esta imensa superfície pode exibir diversas aplicações em paralelo. O Trifold é o primeiro smartphone desse tipo a contar com a versão autônoma do Samsung DeX, que transforma o aparelho em um laptop, com interface compatível. Você pode conectar um teclado, mouse e até uma tela externa no modo estendido. O painel externo de 6,5 polegadas, também em AMOLED de 120 Hz e capaz de atingir 2.600 nits, permite um manuseio mais tradicional quando o aparelho está dobrado.

Samsung Galaxy Z com três dobras 4
©Samsung

Vamos mergulhar na ficha técnica do aparelho. O chassi combina titânio, alumínio reforçado e vidro Ceramic 2 que contém uma bateria de três células com capacidade total de 5.600 mAh. É preciso o suficiente para alimentar uma tela tão grande. A Samsung utilizou a plataforma Snapdragon 8 Elite para Galaxy, suportada por 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.

A câmera principal combina três sensores: uma grande angular de 200 MP, uma ultra grande angular de 12 MP e uma teleobjetiva 3x de 10 MP. Dois sensores de 10 mpx na parte frontal (um para cada lado do aparelho) estão presentes nos punções; A Samsung não quis, ou não pôde, integrá-los sob as telas.

Samsung Galaxy Z com três dobras 2
©Samsung

A conectividade está presente com suporte para Wi-Fi 7, 5G, Bluetooth 5.4, sem esquecer a compatibilidade com eSIM e dual nano-SIM, nem carregamento rápido de 45 W e carregamento sem fio de 15 W. Com certificação IP48, o TriFold não é totalmente à prova de poeira, mas promete boa resistência a respingos e água doce. Claro, a sobreposição One UI 8 (baseada no Android 16) está no comando.

Tudo isto é muito impressionante, mas a Samsung joga a carta da cautela: não só o preço não é conhecido para evitar o choque de preços, como também o Trifold só será comercializado inicialmente na Coreia do Sul, a partir de 12 de dezembro. Outros países virão a seguir: China, Taiwan, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos.

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