A presidente do conselho departamental de Bouches-du-Rhône, Martine Vassal, em frente à prefeitura de Bouches-du-Rhône, em Marselha, 20 de novembro de 2025.

Menos de um mês depois de ter sido oficialmente investida pela Renascença, a candidata de direita à prefeita de Marselha, Martine Vassal, causou uma tempestade entre seus aliados macronistas. A culpa é de uma pequena frase pronunciada na segunda-feira, 1er Dezembro, ao final de entrevista na Rádio Sud, deixando a porta aberta para uma aliança com o Rally Nacional (RN).

Pressionado por perguntas do jornalista Jean-François Achilli sobre um potencial acordo programático com o RN no segundo turno, o presidente do departamento de Bouches-du-Rhône e da metrópole de Aix-Marseille finalmente respondeu: “Veremos nesse momento. » Uma ambiguidade que provocou um aumento do apoio ao partido macronista e encantou o deputado Franck Allisio, candidato do partido de extrema-direita em Marselha.

Coincidentemente com o calendário, parte da classe política local estava reunida no final da manhã desta segunda-feira, 1er Dezembro, na prefeitura de Bouches-du-Rhône, para a posse do novo prefeito da região de Provence-Alpes-Côte d’Azur. E estava mais interessado nas consequências da entrevista de Mmeu Vassalo apenas pelo discurso do prefeito Jacques Witkowski. A ex-secretária de Estado da Cidade Sabrina Agresti-Roubache, apoio histórico do presidente Emmanuel Macron, fervilhava.

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