Emmanuel Macron em frente ao túmulo do soldado desconhecido, durante o 107º aniversário do Armistício de 1918, em Paris, 11 de novembro de 2025.

Preparar a opinião pública diante da perspectiva de guerra. Em pequenos passos, Emmanuel Macron tem trabalhado nisso há meses. Já em Março, avisou, na imprensa diária regional, que “A Rússia representa uma ameaça existencial para os europeus”.

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Quinta-feira, 27 de novembro, de Varces (Isère), depois de anunciar a instituição de um serviço nacional voluntário de dez meses, puramente militar, a partir do verão de 2026, concluiu: “Nossa nação não tem direito ao medo, ao pânico, ao despreparo ou à divisão. » “Além disso, o medo nunca evita o perigo. A única maneira de evitá-lo é se preparar para ele.”acrescentou. Se as palavras forem diferentes, as palavras do Chefe de Estado coincidem com o discurso proferido aos autarcas pelo Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Fabien Mandon.

Em 18 de novembro, este último gerou polêmica ao acreditar que a França precisava, “aceitar perder seus filhos”uma frase chocante por detrás da qual definiu os contornos de uma batalha que também se trava no terreno da opinião, da coesão nacional e “discussões familiares”. “Devemos aceitar que vivemos num mundo em risco e que podemos ter de usar a força para proteger quem somos. É algo que estava completamente fora das nossas discussões familiares.”declarou o general, pedindo “demonstrar” da determinação da França em se defender.

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