Roupas da marca Shein, na reserva BHV, em Paris, 5 de novembro de 2025.

O arquivo Shein está ficando complicado. O Ministério Público de Paris esclareceu, quinta-feira, 27 de novembro, o conteúdo do debate de mérito que terá lugar perante o tribunal judicial de Paris, sexta-feira, 5 de dezembro. Os juízes examinarão então a intimação a Shein pelo governo para solicitar a sua suspensão por três meses em França, na sequência da venda de produtos ilícitos na sua plataforma, com base no artigo 6-3 da lei de confiança na economia digital.

A audiência foi adiada, a pedido do Estado que, na quarta-feira, solicitou mais tempo para examinar as conclusões de Shein e dos três fornecedores de acesso à Internet, Free, SFR e Orange, cedidos conjuntamente à plataforma para que a possível suspensão lhes fosse oponível em França.

O Ministério Público de Paris, que não se opôs a esta remessa, aproveitou este atraso para esclarecer a sua posição e, em última análise, alertar as partes para o risco incorrido. Num comunicado de imprensa, a acusação especifica que “pode considerar que um bloqueio de três meses pareceria desproporcional”.

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