O texto pretende “um modelo em termos de inclusão profissional, direitos sociais, responsabilidade económica e transição ambiental”. Terça-feira, 26 de novembro, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de 2030 (JOP) nos Alpes franceses (Cojop), a empresa pública responsável pela entrega das obras olímpicas (Solidéo) e as oito organizações sindicais e patronais representativas assinaram a carta social, econômica e ambiental para os JOP 2030 nas instalações do Comitê Olímpico e Desportivo Nacional Francês (CNOSF), em Paris.
Contém vinte e sete compromissos e retoma o essencial da carta social adotada em 2018 para garantir o respeito pelas condições de trabalho dos funcionários que trabalham nos locais dos Jogos Paris 2024. O ex-secretário-geral da CGT Bernard Thibault co-presidiu, ao lado de Dominique Carlac’h, ex-vice-presidente da Medef, a comissão de acompanhamento responsável por garantir a boa aplicação das medidas tomadas. Ambos saudaram a ação do comitê de monitoramento na quarta-feira.
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