Fundo de Seguro de Saúde Primário (CPAM) do Baixo Reno, em Estrasburgo, 25 de maio de 2020.

Imposto sobre seguradoras mútuas, franquias médicas, rede France Santé… O projeto de lei de financiamento da Previdência Social (PLFSS) para 2026, examinado no Senado, continua evoluindo, inclusive em assuntos relacionados à saúde. Depois de uma semana de trabalho, os senadores chegaram, na noite de terça-feira, 25 de novembro, com uma cópia diferente da dos deputados. A maratona parlamentar está longe de terminar: uma comissão mista mista, que deveria chegar a acordo sobre as versões das duas câmaras, ainda deverá ser reunida, ao final da votação solene marcada para quarta-feira, 26 de novembro. Em caso de fracasso, a vaivém parlamentar continuará, com o texto retornando à Assembleia.

Entretanto, o Senado, dominado por uma aliança entre a direita e os centristas, optou por restaurar algumas das medidas a favor da ortodoxia orçamental incluídas no texto inicial do governo, com o objectivo de reduzir o défice da “Secu” de 24 mil milhões de euros – o valor alcançado na Assembleia Nacional – para 17,5 mil milhões (incluindo 13,9 mil milhões para o Seguro de Saúde).

A proposta de imposto de mil milhões de euros sobre os seguros complementares de saúde ressurgiu assim, de 1er Janeiro de 2026. Foi indeferido pelos deputados, que denunciaram as repercussões futuras nas contribuições dos segurados. Os 100 milhões de euros, que tinham sido acrescentados pelo governo a este bilhão, para ajudar a financiar a suspensão da reforma previdenciária, não foram retidos, no entanto, pelos senadores.

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